O especialista atende, executa e recebe.
A receita cresce na mesma proporção da agenda, da energia e da presença dele.
Meta de referência: R$ 200 mil/mês sem multiplicar as horas clínicas do fundador.
A receita cresce na mesma proporção da agenda, da energia e da presença dele.
Equipe, processo e oferta produzem mais resultado com menos dependência da hora dele.
"Sessões de fisioterapia esportiva" coloca a oferta na prateleira de profissionais similares.
"Voltar a correr ou treinar com segurança" muda o critério de compra do paciente.
Avaliação, plano, acompanhamento e prova reduzem risco percebido e aumentam valor.
Oferta, prova, demanda, qualificação, avaliação, proposta e follow-up.
Entrega, retenção, equipe, método, margem e horas reais do fundador por contrato.
Antes de estruturar tudo, precisamos descobrir se a nova oferta consegue gerar conversas e fechar pacientes melhores.
Depende de colocar uma oferta mais forte diante de pacientes certos, conduzir a avaliação como diagnóstico e medir conversão.
Com R$ 600/mês, o objetivo não é viralizar. É gerar conversas qualificadas e aprender onde o funil perde dinheiro.
Comunicação genérica, compra por conveniência e alta comparação com preço por sessão.
Avaliação funcional, plano individual e acompanhamento para voltar a correr, treinar ou competir com menos risco.
Também acompanhar: ticket médio, margem estimada, CAC simples e horas do fundador por paciente fechado.
Um gargalo. Um experimento. Uma oferta. Um público. Um placar semanal.
Se funcionar, aumentamos investimento e passamos para entrega, equipe, app, retenção e alavancagem.